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Dicas de compras, momentos familiares.

Amor e saúde em dobro

O leite materno exclusivo é o melhor e mais completo alimento para o bebê durante os primeiros quatro a seis meses de vida”, diz a Organização Mundial de Saúde, comprovando o quanto a natureza é sábia. É que, essencial para o nenê, a amamentação também traz benefícios importantes para a saúde da mãe.

Logo nas primeiras mamadas, além de se alimentar, a criança está fazendo um favor imenso à mãe. Ao sugar o leite, está estimulando a produção de oxitocina na mãe. É esse hormônio que irá ajudar a reduzir o tamanho do útero que foi dilatado para abrigar o bebê, possibilitando pós-parto mais rápido e seguro.

Além disso, quem amamenta também recupera o seu peso normal mais facilmente, uma vez que o corpo queima mais caloria ao produzir leite. Outra vantagem: estudos indicam que mulheres que amamentam no peito diminuem em ao menos 30% chances de desenvolver um câncer de mama.

Isso tudo sem falar do ponto mais bonito neste ato: o amor e o afeto que contém. Ao ficar em contato com a pele da mãe, o bebê sente o seu cheiro e reconhece o bater do seu coração. Para ele, esses são sinais fortes de proteção e segurança, sentimentos que irá levar para o resto da vida e o ajudarão a crescer de bem com a vida. Quer satisfação melhor para uma mãe do que ver o seu filho se desenvolver feliz?

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Como lidar com os adolescentes de forma amigável

Saiba mais sobre a vida pessoal dos seus filhos sem invadir a privacidade deles.

Depois que tem filhos, nenhuma mulher consegue dormir tranquilamente por uma noite inteira. Só quem é mãe sabe que amizades, maus hábitos e pequenos atos de rebeldia são motivos para preocupação, e não apenas uma “fase” que passa logo, como dizem os parentes mais próximos. E conforme as crianças crescem e se tornam adolescentes, a atenção dos pais dedicada a manter controle sobre os filhos também cresce.

Nessa fase, a simples rotina de ir a escola causa desespero entre a família, a pedagoga Arlete Codo explica o porquê: “Durante a adolescência, o círculo de amizades começa a aumentar. E com medo do que o mundo fora de casa pode oferecer, a mãe começa a se perguntar: ‘com quem o meu filho está se enturmando?’.”

Depois da puberdade, que é quando o corpo da criança começa a desenvolver glândulas sexuais, começa a adolescência, segundo a Organização Mundial de Saúde – OMS, a partir dos 10 anos. Essa evolução desencadeia mudanças físicas e, com a descoberta do próprio corpo, começam as mudanças comportamentais. Por esse motivo, é natural que os adolescentes fiquem mais sigilosos com suas experiências fora de casa.

Mas, quando os pais percebem esse comportamento reservado, é natural que passem a utilizar métodos para descobrir mais sobre a vida pessoal do filho, o que não é errado, mas demanda cuidado para não afastá-lo ainda mais. “Os pais podem mexer nas coisas dos filhos, mas quando eles não estiverem presentes. Caso contrário, eles se sentirão pressionados”, comenta a pedagoga.

Todo adolescente, e até mesmo as crianças, precisam ter privacidade. É claro que não se pode deixá-los livres para fazer o que quiserem. Existe um limite que os pais devem respeitar. Para acompanhar a rotina dos filhos sem pressioná-los, algumas ações são fundamentais.

Deixe o computador em uma área comum da casa, como a sala, por exemplo. Não precisa ficar atrás do filho enquanto ele estiver na internet. Afinal, ele irá pensar duas vezes antes de fazer qualquer coisa errada sabendo que os pais podem entrar a qualquer momento;
Quando seu filho quiser sair com os amigos, deixe. Mas leve-o e busque-o. É importante que o adolescente saiba que tem liberdade, mas que ela tem limites;
Não permita que o filho não te deixe ter acesso ao quarto dele. Ele tem que saber que, apesar de lá ser o cantinho dele, faz parte da casa e, portanto, pertence a todos. Assim, quando for limpar ou arrumar o ambiente, vasculhe armários e objetos, sem que o adolescente veja e perceba, é claro.
A melhor forma de interagir com o filho adolescente e saber sobre sua vida, seus anseios e suas amizades é a conversa. Um bom diálogo é a base de uma relação estável. Nunca interrogue o seu filho, como explica a pedagoga Arlete Codo: “O foco principal do diálogo com o filho é mostrar o caminho do bem e do mal de maneira amiga, sempre frisando as consequências dos maus atos”.

 

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Vídeo sobre Educação Alimentar

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